Potosí, Potosí, Sucre, Sucre.

Considerada a segunda cidade mais alta do mundo, Potosi. Onde chegamos em uma madrugada fria sem sabermos onde iriamos dormir.

Chegamos e fomos logo buscar uma hospedagem, todas se encontravam no alto da cidade mais alta do mundo, uma caminhada de 1km que quase nos matou.

A cidade é famosa pelas vistas dos telhados das Igrejas e pelos tours as minas de mineração. Eu, como boa turista, não fui em nenhum.

Mas recomendo que você conheça a história da cidade nesse Post do Roceiro Viajante.

Me dediquei a caminhar pelas ruas e observar a arquitetura e as pessoas. Inclusive pude ver desfiles comemorativos.

 

arquivo-pessoal-@mirellarruda
Desfile nas ruas de Potosí – Eu realmente parei para observar, o que mais me tocou foram os rostos muito sérios, um tanto quanto amargurados. – foto @mirellarruda

 

A Delegacion Clandestina começou a crescer, em Potosí encontramos com amigos de amigos que se somaram com nós, mais 2 argentinos e 2 francesas, a família crescia feliz.

 

arquivo-pessoal-@mirellarruda
Delegação Clandestina na saída de Potosí com sentido a Sucre. Que alegria!
Vamos a Sucre.

Depois de alguns dias em Potosí, fomos para Sucre,  Capital Constitucional. A famosa cidade branca. A cidade me encantou mas era uma cidade muito singular no contexto total da Bolívia. Muito limpa e relativamente organizada. Praças com estilo espanhol e um mercado gigantesco, esse sim, eu moraria dentro, esse sim eu gostava de observar a vida cotidiana.

 

arquivo-pessoal-@mirellarruda
Mercado Municipal de Sucre. – Foto @mirellarruda

Nessa altura nós tínhamos uma vida estável viajando juntos pela Bolívia, vendíamos trufas na rua. Receita a baixo:

Receita de trufa.

  • Compre a bolacha mais barata do mercado, não importa sem salgada.
  • Compre um pote de doce de leite
  • Um pacote de papel toalha, divida-o em 4 ou mais
  • Quebre as bolachas e misture com doce de leite, coloque em cima do papel toalha
  • Guarde tudo em uma tigela ou caixa de papeão
  • Vá para a rua oferecer para as pessoas.
  • Sugestão de preço: 1 real cada ou menos.

Em uma tarde vendemos 100 por um real, eba! 100 reais! Acredito que as pessoas compravam para nos ajudar por saber que eramos estrangeiros mochileiros.

 

Minha saúde.

Em Sucre eu estava muito, muito doente, mas não percebia. Tinha um pouco de medo do sistema de saúde do país, cheguei a ir em uma farmácia e comprar medicamentos indicados por amigos brasileiros, mas a cura tardaria a chegar e eu comecei a acreditar que iria parar de respirar.

 

Curiosidade no nome do post: Nos pontos e rodoviárias da Bolívia é muito comum as pessoas ficarem gritando o nome das cidades que seus ônibus vão. Todas ao mesmo tempo!

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Categorias:América do Sul, As histórias de Mimimi a fuera, Bolívia, Dicas de viagemTags:, , , , , , , , , , , ,

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